Vídeo: Joana Prado, a ex-Feiticeira, diz que no Carnaval há ‘invocação aos demônios’.

Ao lado do marido, a ex-dançarina fez duras críticas a uma das festas mais populares do Brasil.
Joana Prado, conhecida na década de 1990 como Feiticeira, gerou polêmica ao publicar um vídeo em suas redes sociais com críticas ao Carnaval. A ex-dançarina, ao lado do marido, o ex-lutador de MMA Vitor Belfort, foi duramente criticada pelos internautas.
Alguns apontaram que suas declarações eram moralistas e carregadas de preconceito religioso, reforçando estereótipos e desinformação sobre diversas manifestações culturais e espirituais. Belfort afirmou que a festa tem forte ligação com a cultura da macumba e com práticas espíritas.
“Existe ali um culto aos orixás, uma consagração a deuses, onde a invocação aos demônios acontece”, declarou Joana. A ex-dançarina ainda afirmou que o Carnaval é uma festa voltada para os desejos da carne, destacando a exposição do corpo, as baterias e os tambores.
Internautas se revoltam com Joana Prado
As falas do casal despertaram reações de repúdio de diversos setores da sociedade, que os acusaram de intolerância religiosa. O Carnaval, reconhecido como uma das maiores expressões culturais do Brasil, tem raízes profundas nas tradições afro-brasileiras, europeias e indígenas, reunindo elementos da cultura popular.
A declaração da ex-dançarina, que já foi musa da Acadêmicos do Salgueiro e posou para a Playboy, causou ainda mais estranhamento no público. Muitos internautas relembraram sua antiga participação ativa na festa que agora critica.
Ex-dançarina condena o Carnaval
Joana Prado continuou suas críticas ao Carnaval, condenando o que chamou de imoralidade e idolatria, além de afirmar que a festa representa um afastamento dos princípios bíblicos.
“O Carnaval pode até parecer ‘só uma festa’, mas será que convém para alguém que foi comprado pelo sangue de Cristo?”, questionou a loira em sua publicação.
Religiosos de matrizes africanas, personalidades e até fiéis cristãos manifestaram indignação diante das declarações, ressaltando que a espiritualidade e a cultura brasileira são plurais e devem ser respeitadas. Durante o testemunho da esposa, Vitor Belfort acrescentou:
“O maior inimigo do homem é a própria carne. E o Carnaval festeja esses desejos de arrepio, envolve muito a cultura da macumba, envolve uma cultura espírita.”